20 de Abril de 2026 | Concept
O que eu não faço nas minhas festas
Com o tempo, eu aprendi que escolher também é recusar.
O que eu não faço nas minhas festas.
Com o tempo, eu aprendi que escolher também é recusar.
E isso não acontece de um dia para o outro. Vai se construindo.
Tem muitas festas que eu entendo, respeito, mas que não têm o meu DNA. E eu não consigo avançar.
Então eu prefiro não fazer. E não vejo problema nenhum nisso.
No começo, a gente quer tudo. Aceita tudo. Mistura tudo, e vira uma bagunça.
Até você começar a tirar o que não te representa, até chegar em um lugar mais claro, mais alinhado, leva tempo.
Para alguns, mais. Para outros, menos. E tem gente que nunca sai desse lugar.
Hoje eu escolho muito bem os projetos que eu entro e a forma como eu entro.
Às vezes são clientes queridas, mas que já não me conectam mais. E está tudo bem.
Eu me adapto no que faz sentido, mas nunca no que compromete o meu DNA.
Para mim, é importante que alguém olhe uma mesa e saiba exatamente que fui eu que fiz.
É isso que sustenta o meu trabalho. E é isso que me leva para outro lugar.
E isso não vale só para festa. Vale para qualquer entrega.
Quando você não se reconhece no que faz, quando aquilo não carrega sua energia, é um sinal.
Talvez seja hora de recalcular a rota.
Entender o que precisa mudar para você se tornar um profissional e uma pessoa mais feliz no que faz.
É um exercício constante.
E é um dos pontos mais importantes que eu levo para a minha mentoria.
Sempre com o mesmo objetivo: chegar em um lugar mais verdadeiro, mais leve e com mais prazer no que se faz.
Ana Concept
Sobre a autora
Concept
De uma bela história extraímos um conceito único e poderoso; deste conceito criamos a mágica que torna tudo ainda mais emocionante relembrar e viver uma nova emoção.
